A praga da proliferação de Licenças Open Source

Posted Maio 10, 2008 by
Categories: Linux

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Ainda me lembro quando a grande discussão sobre open source era se um pedaço de software era realmente open source, significando que ele era lançado sob uma licença certificada pela OSI. As marés estão mudando, os debates agoram se concentram em torno de qual licença open source usar. Adicionando complexidade ao debate a proliferação de licenças certificadas pela OSI. Agora, discussões estão crescendo sobre quais licenças open source são melhores para todas as partes envolvidas em um projeto open source. No caso de trabalhos de software coletivo, há também as complexidades adicionadas da compatibilidade da licença.

Parte do problema é que as empresas estão tentando conduzir suas próprias licenças vaidosas que reforçam suas macas e alavancam a boa vontade associada ao selo open source de aprovação. A SugarCRM uma vez montou uma ofensiva pedindo pela aprovação de sua Sugar Public Licence (derivada da licença Mozilla Public Licence, certificada pela OSI) que por um tempo ganhou popularidade entre desenvolvedores comerciais open source. A licença foi rejeitada e a Sugar desde então passou para GPLv3. Ironicamente a Common Public Attribution Licence (CPAL) apresentada pelo Social Text, que tem muitas semelhanças com a Sugar Public Licence, foi aprovada pela OSI. Atém mesmo a Microsoft teve sucesso pressionando o fórum da OSI para aprovação de duas licenças. A Microsoft Public Licence (M-PL) e a Microsoft Reciprocal Licence (Ms-RL), que são muito similares às licenças BSD e GPL.

O número de projetos open source tem crescido consideravelmente nos últimos dez anos, na verdade de modo exponencial, de acordo com uma notícia dada por Amit Deshpande e Dirk Riehle em março deste ano.

De acordo com a base de dados da Black Duck Software, a licença mais comum usada por projeto open source é a GPL versão 2.0. E de acordo com a mesma fonte, 94% dos projetos open source usam 10 licenças.

Licença % de uso
GNU General Public License (GPL) 2.0 58.69%
GNU Lesser General Public License (LGPL) 2.1 11.39%
Artistic License (Perl) 7.46%
BSD License 6.50%
Apache License 2.0 2.92%
MIT License 2.58%
GNU General Public Liense (GPL) 3.0 1.64%
Mozilla Public License (MPL) 1.1 1.37%
Common Public License 0.83%
zlib/lippng License 0.64
93.92%

Aualmente a decisão de passar de GPLv2 para GPLv3 está sendo altamente debatida por muitos projetos open source. De acordo com a Palamida, uma fornecedora de software de acordo de IP, houve cerca de 2489 projetos open source que passaram da GPLv2 para a última versão.

(Fonte: Palamida)

Aparentemente há muitas pessoas pensando em usar a AGPL por que, diferentemente da GPL, ela extende sua exigência da redistribuição de software para serviços de rede, como estes fornecidos pelas ASPs (veja a seção 13 da licença - Remote Network Interaction):.

No entanto qualquer outro fornecimento desta Licença, você tem permissão para unir ou combinar qualquer obra coberta com uma obra licenciada sob a versão 3 da Licença Pública Geral GNU Affero formando uma única obra, e fornecer a obra resultante. Os termos desta licença continuarão a aplicar-se à parte da obra que é uma obra coberta, mas as exigências especiais da Licença Pública Geral GNU Affero, seção 13, a respeito de interação através de uma rede se aplicarão à combinação como tal.

A SpringSource está causando um pequeno rebuliço dentro da comunidade Java lançando sua Spring Application Plataform sob a licença GPLv3 (Comentário pelo fundados da JBoss, Mark Fleury).

O Ubuntu está considerando usar a AGPL para o seu serviço Lauchpad, mas o debate ainda está aberto.

No caso do Launchpad, vemos você como sócio da informação, então a resolução deste problema é importante para nós. Como você observou, realmente não há uma prática clara que trabalhe bem e tenha se mostrado comercialmente sustentável. Isso é diferente da GPL (até mesmo a v3). Creio que a Affero GPL é uma forte candidata para a linha de frente no debate do assunto, e é por isso que estou inclinado a usar-la quando publicarmos os códigos abertos do Launchpad.

O Google se recusou a aceitar a licença AGPL no Google code, citando a proliferação de licenças como motivo.

De fato não damos suporte à AGPL no code.google.com. Estamos tentando lutar ativamente contra a proliferação de licenças que são consideradas open source, e a AGPL tem muito pouco mercado e não foi certificada como open source pela OSI.

No entanto, as disposições da AGPL para hospedagem de serviços não se opoem exatamente a seus negócios. Por exemplo, qualquer modificação que o Google faça ao código AGPL poderia obrigá-los a fornecer o código fonte quando fornecido como serviço.

O licenciamento de software é complexo, open source ou não. Suspeito que a maioria dos usuários não esta por dentro da licença do software em que estão baixando. Acho isso um pouco desanimador, sinto fortemente que o desenvolvimento open source é superior e o licenciamento do software open source na maioria não é fácil de entender ou aplicar.

Fonte: Mark R. Hinkle@SocializedSoftware

[Open Music!] Josh Woodward - Revolution Now

Posted Maio 10, 2008 by
Categories: Open Music!

Artista: Josh Woodward
Música: Revolution Now
Album: The Simple Life
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CEO da Mandriva fala sobre carta à Balmer

Posted Maio 10, 2008 by
Categories: Notícias

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O CEO da Mandriva nas manchetes, Francois Bancilhon, falou com o The INQUIRER sobre uma publicação em seu blog que causou frisson por sugerir implicitamente que a Microsoft usou táticas sujas para encorajar o governo Nigeriano a mudar um grande número de sistemas Linux para Windows.

Em “uma carta aberta à Steve Balmer”, Bancilhon escreve: “seu pessoal entrou no jogo e deixou o jogo mais competitivo. Não diria que foi jogo sujo, mas alguém poderia ter dito isso. Seu time lutou e lutou pelo negócio, mas o cliente ainda estava feliz com a Mandriva. Nós realmente fechamos o negócio, pegamos o pedido, qualificamos o software e distribuimos as máquinas. Para concluir, fizemos nosso trabalho. E, as máquinas estão sendo entregues agora. E agora, ouvimos uma história diferente do cliente: “vamos pagar pelo Software da Mandriva como combinado, mas vamos substituí-lo pelo da Microsoft depois.”. Wow! Estou impressionado, Steve! O que você fez para estes caras mudarem de opinião desta maneira? Etá muito claro para mim, e ficará para todos.”.

Em um telefonema, Bancilhon acrescentou mais detalhes:

“Estavamos trabalhando no negócio de três a seis meses e as coisas estavam indo bem”, nos disse. “Começamos com o preço inicial e em algum momento a Microsoft apareceu com um preço diferente, então tivemos que mudar o preço. Isso é a normal concorrência mas o cliente ainda estava interessado no que estavamos fazendo. As negociações seguiram e num dado momento disse que tinhamos ganho o negócio. Foi complexo: a fabricação era na Taiwan, nossos programadores estavam no Brasil, a Intel esta em Santa Clara, o cliente na Nigéria e nós estavamos na França. Então fiz uma entrevista com um jornalista, e o jornalista me retornou e disse: “Estava apenas conversando com as pessoas na Nigéria e me disseram que pagarão pelo Mandriva, e então vão tira-lo e substituir por Windows.”. Já estivemos em muitas situações competitivas mas agora foi a primeira vez que isto era óbvio…”.

O que era óbvio? Agora Bancilhon é misterioso:

“Algo deve ter acontecido no meio. O negócio é o seguinte, foram 17.000 máquinas e isto foi somente a primeira fase de um grande pedido num montante de 100.000 máquinas. A Microsoft tem tanto dinheiro que eles nunca, nunca fariam o negócio como aconteceu.”.

Será legal esta mudança? Banchilon é misterioso de novo:

“Estamos apenas coletando os fatos para ver o que pode acontecer. A negociação não termina antes de soar o gongo. Ainda estou tentando consegui-lo. Em muitos casos nós baixamos o preço, mas agora não é o caso.”.

Fonte: Martin Veitch@thenquirer.com

[Open Music!] Ruth Theodore - Nothing On

Posted Maio 9, 2008 by
Categories: Open Music!

Artista: Ruth Theodore
Música: Nothing On
Album: Worm Food
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Ubuntu 8.10: Upgrade ou Instalação Limpa?

Posted Maio 9, 2008 by
Categories: Linux

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Qual caminho você deve seguir? Você deve tirar vantagem do gerenciador de pacotes do Ubuntu e usá-lo para atualizar seu sistema para o último lançamento, o 8.04 Hardy Heron, ou você deve baixar uma imagem ISO de CD ou DVD e fazer uma instalação limpa? O senso comum diz que fazer uma instalação limpa é melhor, um caminho mais seguro. Pode haver um pequeno trabalho extra envolvendo configurar tudo de novo, já que as novidades e maravilhas estão instaladas, mas isto não é nada comparado à dor de um upgrade que deu errado, de acordo com pensamento comum. Mas essa abordagem cautelosa pode não ser necessária.

Recentemente fiz uma instalação limpa do Ubuntu 8.04 em minha máquina de desenvolvimento. Foi um processo rápido e fácil. Fiz um backup dos dados e arquivos de configurações do meu diretório /home, instalei o novo lançamento, então copiei meus dados salvos para o mesmo lugar. Tudo normal, e tudo funcionava como antes.

Porém, quando o genrenciador de pacotes do Ubuntu 7.10 recentemente me ofereceu o upgrande para o 8.04, enquanto me mostrava as últimas atualizações de segurança, decidi que era hora de tentar o upgrade também.

Fiz isso, apesar do conselho que ouvi no canal #ubuntu no irc.freenode.net. A opinião unâmime que recebi no canal, de três pessoas que responderam, era de fazer uma instalação limpa, embora um dos três disse que pessoalmente usava o upgrande porque isto deixa-o com menos coisas a fazer depois. Os motivos para recomendar uma instalação limpa incluem menos riscos, melhores resultados para configurações complexas e velocidade. Um dos três notou que a maioria dos problemas de instalação do 8.04 que ele viu no canal vieram de possoas que escolheram a opção de upgrade.

Salve antes e depois

Quando você faz uma instalação limpa, sabe de antemão que perderá tudo que não salvou especificamente para então restaurar depois da instalação. Quando você faz um update, espera que tudo ainda estará lá e ainda funcionará quando estiver terminado. A coisa mais importante para lembrar quando fizer um update é a mesma quando você faz uma instalação limpa: salve tudo antes de começar.

Tenho dois discos rígidos em meu desktop principal. Um é quase completamente dedicado a guardar meus emails, fotos, vídeos e arquivos de textos do meu diretório /home. Isto tem ocupado grande espaço ao longo dos anos. Antes de começar o processo de upgrade para o Ubuntu 8.04, me certifiquei que meus backups foram completamente atualizados.

Iniciei o upgrade às 11:00am e finalmente terminei o processo às 6:30am do dia seguinte. Sim, tirei um tempo para dormir, mas ainda é um tempo muito longo. Em comparação, fazendo uma instalação limpa levou apenas uma hora no meu desktop secundário.

O processo começou baixando a ferramenta de upgrade. Seguido por algo chamado “configurando novos canais de software”, que parece ser a identificação de quais repositórios você precisa para deixar todas as aplicações atualmente instaladas atualizadas. Estas duas tarefas combinadas levaram menos de meia hora para terminar.

A maior parte do tempo - cerca de 12 horas - foi baixando novos pacotes. Tenho certeza que o motivo para a baixa velocidade pode ser atribuido ao fato de muitos outros usuários estarem fazendo a mesma coisa no mesmo momento que eu, com a banda disponível repartida para atenter a demanda. Baixar e gravar uma imagem ISO do 8.04 levou menos de uma hora poucos dias antes. Como levou muito tempo para baixar os novos pacotes, rodei outro backup dos arquivos de meus emails, e quando estava pronto para aplicar as mudanças fechei o aplicativo de email - só para garantir.

O próximo passo foi instalar e configurar os novos pacotes. Isto, também, demorou mais para fazer do que iniciando do zero com uma instalação limpa - cerca de uma hora em minha máquina. No início, a barra de progresso avisou que faltava 33 minutos, mas o tempo restante mostrado aumentou conforme passava. No final, fui para cama e deixei rodando o upgrande sozinho. Algumas das aplicações (CUPS e PostgreSQL) requerem participação interativa, então, quando retornei para o computador na manhã seguinte, tive que escolher entre manter a velha configuração ou substituí-las.

Os passos seguintes do upgrade (remoção de arquivos da instalação e reinicialização) correram bem, e finalmente me encontrei sentado a frente do teclado com o Ubuntu 8.04, quase 24 horas depois de minha jornada começar. Mas minhas contas de email e arquivos estavam lá de imediato, minha barra de ferramentas do navegador e favoritos estavam presentes também.

Qual é melhor?

Tendo instalado o Ubuntu 8.04 de ambas maneiras, por upgrade e também com uma instalação limpa, qual eu prefiro e qual deveria recomendar? As respostas não são as mesmas.

Depois de utilizar ambas, sou solidário com o lado da “instalação limpa”. Foi de longe mais rápida, e não apenas pareceu ser o caminho mais limpo, com várias oportunidades para refazer um passo, mas oferece um ótimo controle sobre como a nova instalação operará, desde qualquer e todo controle de decisões que surgirem durante o processo.

Porém, a instalação limpa pode não ser a escolhe certa para você. Na minha opinião, o fiel da balança na decisão é seguinte: se você é um experiente usuário do Ubuntu mais interessado em ter um sistema pronto para usar e o mais idêntico possível ao da instalação anterior, considese um upgrade em vez da instalação. Se você não está confiante em suas habilidades com o Ubuntu, ou está mais interessado em ter os últimos e maravilhosos pacotes em vez de um sistema que imediatamente se comporta como era, vá com a instalação limpa.

A boa notícia é que ambos processoas parecem funcionar bem para mim.

Fonte: Joe Barr@Linux.com

Acho que acertei…

Posted Maio 9, 2008 by
Categories: Palpites e Opinião

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Parece que compra do Yahoo! pela Microsoft está esfriando depois de todo rebuliço. No calor do momento os visionários do apocalipse do império da Microsoft estavam decretando seu fim, era tudo uma questão ligada à queda do Windows, afinal o Windows Vista é um vexame (o vexame é por parte do visionários cucarachos). Até a Miriam Leitão entrou na onda (parece que um parente dela é ligado ao Software Livre). Até que dias depois o Google entra na jogada, sendo contra, é claro.

Voltando ao presente. A revista ÉPOCA fez uma entrevista com Marissa Mayer, a quarta na fila da hierarquia do Google, a mulher é poderosa, e lá pelas tantas a repórter faz a seguinte pergunta:

ÉPOCA - Por que o Google fez oposição à tentativa da Microsoft comprar o Yahoo?
Mayer -
Acredito que a concorrência é boa. Uma coisa que mantém a qualidade dos mecanismos de busca é a competição pelos usuários. Atualmente, dois dos nossos melhores concorrentes são o Yahoo e a Microsoft. Se eles se fundissem, talvez pudessem criar um melhor serviço de busca, mas certamente haveria menos concorrência, o que seria ruim para os usuários e para o mercado.

Leia a entrevista inteira aqui.

Na época disse o seguinte:

[...]Como se vê não é uma questão Windows-Linux, muito menos o apocalipse da Microsoft. É somente a Google temendo perder um pedaço do seu tremendo filé.

Acho que acertei…

O Linux deveria ser padronizado numa única distro?

Posted Maio 6, 2008 by
Categories: Linux

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Quando demonstro programas para o Linux Journal, costumo usar o Ubuntu como meu sistema operacional. O motivo é simples, afinal o Ubuntu é extremamente popular, mas isto origina a questão: o Linux deveria ser padronizado numa única distribuição? Vamos analisar alguns dos prós e contras:

Vantagens de uma única distribuição Linux:

  • O suporte Linux seria simplificado, assim a pergunta “qual distribuição” não seria relevante.
  • Os produtores de software poderiam lançar um único pcote que instalaria em todos desktops Linux.
  • A guerra entre apt/rpm/yum/up2date/synaptic acabaria.
  • A certificação Linux seria mais fácil de se definir.
  • O Tux seria o logo de todo mundo :)

Tenho certeza que chegaria a muitas outras vantagens que a idéia “Uma Distro para Arrasar com Todas as Outras” proporcionaria. O problema é que as desvantagens são muito profundas, penso que elas negam qualquer validade à primeira lista. Apenas algumas:

Desvantagens da distribuição Linux padronizada:

  • Um seleto grupo de indivíduos controlaria a direção presente e futura do Linux.
  • Não haveria competição interna na comunidade Linux. Quanto isto seria triste se tivéssemos somente o Windows e OSX para serem comparados conosco?
  • Perdemos a capacidade de escolher, que é a parte fundamental de tudo que o Linux defende.
  • Nós tornamos um sistema operacional monolítico, pesado, de mente fechada, improdutivo, sem esperança de renovação e sem motivação de pensar diferente.

Ok, admito, o último ponto chega a ser evangelizador. É importante perceber que é da nossa diversidade que tiramos nossa força. É a comunidade que nos dá poder. É a liberdade de escolha que nos permite achar soluções que melhor se encaixam às nossas necessidades, em vez de pegar qualquer solução fornecida por produtores.

Então, sim, eu tendo a usar Ubuntu. Para meu propósito, ele faz mais sentido. Felizmente, você tem o direito de escolher o que quiser. E é assim que deve ser. Obrigado Linux.

Fonte: Shawn Powers@LinuxJournal.com

*—*—*—*—*—*—*—*—*—*—*—*

Não concordo muito com o fim do artigo por um motivo. Pode ser contado e forma de piada.

Era uma vez um administrador de rede, que perguntado pelo chefe “Por que você não coloca Linux em nosso servidores?” ele responde: “- Não posso deixar minha rede nas mãos de um fórum.

Datas dos lançamentos do Ubuntu 8.10

Posted Maio 6, 2008 by
Categories: Notícias

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O desenvolvimento do Ubuntu 8.10 (codinome Intrepid Ibex) iniciou em 1º de maio e será concluído em 30 de outubro de 2008, com a versão final. Sem mais delongas, vamos ver as datas de lançamento:

12 de Junho de 2008 - versão Alpha 1
3 de Julho de 2008 - versão Alpha 2
24 de Julho de 2008 - versão Alpha 3
14 de Agosto de 2008 - versão Alpha 4
4 de Setembro de 2008 - versão Alpha 5
18 de Setembro de 2008 - versão Alpha 6
2 de Outubro de 2008 - versão Beta
23 de Outubro de 2008 - versão Release Candidate
30 de Outubro de 2008 - versão Final do Ubuntu 8.10

Para o Intrepid Ibex, o time de desenvolvimento está preparando um inacreditável desktop, com uma maravilhosa performance, que funcionará praticamente em qualquer computador (seja a estação de trabalho mais avançada ou o velho e empoeirado Pentium III). Outra característica principal planejada para o Ubuntu 8.10 é a capacidade de ficar conectado à internet (leia-se: conexões sem fio) onde quer que você vá: “Queremos que você seja capaz de ir do escritório, para o metro, e para casa, permanecendo conectado todo trajeto.” - disse Mark Shuttleworth.

Fonte: Marius Nestor@softpedia.com

[Open Music!] Sleeping Sky - I Will Always Love You

Posted Maio 5, 2008 by
Categories: Open Music!

Artista: Sleeping Sky
Música: I Will Always Love You
Album: Home Recordings 2001 - 2006
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O progresso do X.org 7.4

Posted Maio 5, 2008 by
Categories: Linux

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Se tudo ocorrer como planejado, o X.org 7.4 será finalmente lançado este mês. Essa versão não é tão elaborada quanto o X.org 7.3, cuja versão introduziu a entrada hot-pluggin (reconhecimento imediato de adição/remoção de hardware), aprimoramentos EXA e RandR 1.2 só para citar alguns recursos, mas o X.org 7.4 é outro update melhorando esse servidor X. Nesse artigo, estamos apresentando uma visão geral dos resursos que serão encontrados no X.org 7.4, que está atrasado, e como este lançamento está sendo criticado duramente.

O X Server 1.5.0 / X.org 7.4 estava originalmente agendado para lançamento em março de 2008, mas a data chegou e passou. Não era assim até fim de fevereiro quando Adam Jackson, da Red Hat, reforçou a equipe como gerente de lançamento e começou o planejamento do lançamento do X.org 7.4 devido à Red Hat querer distribuir o X.org 7.4 no Fedora 9. O Fedora não será distribuido com a versão final do X.org 7.4 / X Server 1.5, mas, em vez disso, uma versão pre-release em desenvolvimento. Poe enquanto o driver Intel é o único que suporta esta característica a tempo para o X.org 7.4 e o Fedora é a primeira distribuição distribuída com suporte mode-setting no kernel.

A última versão do X Server no momento é a 1.4.99.901, cuja contém mais de 100 mudanças desde o X Server 1.4.0. Entretanto, este lançamento apareceu em março e está atrasado sem nenhum release candidate ou development freeze a ser alcançado. Como observação: o X Server 1.4.1, que estava planejado para lançamento em novembro de 2007, ainda não foi lançado!

O X.org 7.4 está atrasado e está rodando com muito menos recursos do que estava planejado. O plano original era ter suporte Multi-Pointer (MPX), mas isto foi adiado assim como XGE (X Generic Events), RandR 1.3, e também foi tirado deste lançamento o que Daniel Stone descreveu como “input hotness”, ou XKB 2 e Xi 2. O que também parece que foi mandado para o espaço é o Glucose. O Glucose não tem sido muito comentado ultimamente comparado ao Gallium3D ou ao TTM, mas ele é uma arquitetura de aceleração OpenGL que está para ser acoplado no servidor X e acelera renderizações primitivas comuns num estilo parecido ao do XGL. Esperamos que estes itens estajam na agenda para o X.org 7.5, que deve chegar como um lançamento atrasado de 2008 - permitindo o fim do X.org 7.4 no primeiro semestre de 2008.

O que é novo, entretanto, no X.org 7.4 é, sobretudo, a soluçãodo problema (de longa data) do PCI rework com mais drivers que usam libpciaccess, atualizações para Mac OS X, testes de compositing para x11perf, rápida inicialização/desligamento do X e suporte para um socket namespace abstrado sob Linux com o xtrans. Também adicionado é o suporte DRI2 de renderização direta, mas como o suporte mode-setting do kernel, ele está limitado atualmente ao driver Intel. As atualizações do Mac OS X no X.org 7.4 incluem reparos no Xquartz, suporte launchd e outros recursos. O x11perf 1.5 adiciona testes de compositing (pelos argumentos compwinwin* e comppixwin*) para merdir a performance de compositing de vários tamanhos de janelas, de janela a janela e de pixmap a janela.

Talvez o que é mais importante no X.org 7.4 do que somente o X Server 1.5 são alguns dos drivers encontrados como parte deste lançamento, o X.org 7.4 terá o xf86-video-ati-6.8.0 (o driver open-source “radeon”), que adiciona suporte para as GPUs ATI R500/600 através do AtomBIOS, suporte de aceleração Render inicial para R300/400, melhorou a interação Driver/BIOS e um monte de outras melhorias. Sentado ao lado do xf86-video-ati está o driver xf86-video-radeonhd, que para o X.org 7.4 será a marca RadeonHD 1.2. Este é o primeiro lançamento do X.org desde que o driver RadeonHD tem sido abrilhantado com o suporte para R500/600 assim como aceleração inicial de 2D EXA/XAA e suporte RandR 1.2.

No lado dos gráficos Intel está o xf86-video-intel 2.3.0, que possui suporte XvMC, muitos bugs consertados e um novo suporte ao produto desde que o último lançamento do X.org. Finalmente, no lado da NVIDIA está o lançamento do xf86-video-nv 2.1.8 que entrega um suporte 2D open-source para a GeForce 9600GET. Para aqueles que usam o VMware, o driver xf86-video-vmware ganhou o suporte para extenção X-Video na versão 10.16.0 e foi migrado para usar o libpciaccess. Por último mas não menos importante, o X.org 7.4 incluirá um driver beta para o driver open source XGI XP10 desenvolvido por Ian Romanick. Esse driver tem suporte mode-setting nativo e funções RandR 1.2, mas atualmente é limitado à saída VGA analógica.

À cerca da atividade em torno do X.org 7.4. No momento, existem mais de 40 bugs bloqueam este quarto lançamento. Nenhuma palavra oficial apareceu ainda, mas não fique surpreso se este lançamento para maio se transformar em junho ou julho. No ano passado, Alan Coopersmith, da Sun, manifestou preocupação sobre a degradação da qualidade dos lançamentos do X.org e, infelizmente, quase nada mudou desde então, entretano, Adam Jackson tem feito um verdadeiro trabalho com o X.org 7.4.

Fonte: Michael Larabel@phoronix.com

Clientes Twitter para Linux

Posted Maio 4, 2008 by
Categories: Linux

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O Twitter é uma popular rede social que está ganhado popularidade como uma ferramenta de micro-blog. Usuários registrados podem postar mensagens - também chamadas de Tweets - via interface Web, mas muitos preferem usar aplicações desktop que oferecem funcionalidades adicionais e tiram o Twitter totalmente do navegador.

O Qt Twitter Linux é um cliente leve para KDE desenvolvido em QT e C++. Desde que ele foi construído usando API’s do Twitter, mensagens enviadas através dessa ferramenta aparecem instataneamente na página do Twitter como se elas fossem enviadas diretamente da interface Web (todos os Tweets mostram qual aplicação o remetente usa como padrão). Enquanto o Qt Twitter Linux não vem com características úteis, como busca e arquivo, ele é ótimo para  rápido envio de mensagens.

Screen do QT Twitter Linux

O Twitux é um cliente Twitter especialmente projetado para o desktop GNOME. Ele tem várias características básicas, incluindo envio direto de mensagens, notificação de updates dos amigos, auto-update do timeline e um ícone na barra de notificação.

Screen do Twitux

O gTwitter é uma aplicação GTK+ que lhe permite ler timelines públicas e de seus amigos, e claro, postar no Twitter. Você pode ajustar a taxa de atualização, salvas imagens dos outros e escolher como você quer que os Tweets serão mostrado. Planos futuros para esta aplicação incluem a capacidade de salvar seu histórico, receber notificações de novos Tweets e escrever mensagens para seus amigos.

Screen do gTwitter

O Spaz é um excepcional cliente cross-plataform que usa o Adobe Air. Ele suporta múltiplos temas, eventos sonoros e CSS sobrepostos definidos pelo usuário. Com o Spaz, você pode deletar os Tweets que você enviou, favoritar os Tweets de suas amigos, enviar mensagens diretas ou responder para qualquer usuário do Twitter. O Spaz mantém o registro de quem você acompanha, como também de quem acompanha você, atualizações automáticas para manter você a par de todas as mensagens que chegam diretamente ou pelo timeline. O Spaz ganhou um prêmio no outono passado no AIR Developer Derby, e com boas razões. Ele limpo, fácil de usar e é maravilhoso.

Screen do Spaz

Se você não quer deixar o seu editor de texto favorito só para “Twittar” seus amigos, confira os plugins do Twitter para o Vim e Emacs. Ambos permitem somente as funções mais básicas, como atualizar seu status e ler os Tweets de seus amigos, mas eles são perfeitos para enviar um Tweet rápido sem abrir uma nova aplicação.

Se está longe de seu desktop, você pode tentar o jibjib, um cliente Twitter J2ME de código aberto para telefones celulares com Java. A aplicação tem um tamanho pequeno, cerca de 30KB, e é projetado para o uso com uma das mãos, como também para telefones com rodas de rolagem ou botões. Ele tem vários atalhos, incluindo recurso de resposta rápida e multileitura para uma leitura de Tweets mais facilitada.

Se nenhuma dessas aplicações para Linux faz exatamente o que você quer, existe vários outros projetos que você pode experimentar no SourceForge.net, incluindo o cliente baseado em Java, jTwitt; o twitterl que envolve com Java a API do Twitter; e o Pwytter, um cliente cross-plataform escrito em Python.

Fonte: Linux.com

[Open Music!] The Heaven - If You’re Lost For Somewhere Else To Be

Posted Maio 3, 2008 by
Categories: Open Music!

Artista: The Heaven
Música: If You’re Lost For Somewhere Else To Be
Album: The Heaven
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Murdoch mira no Yahoo!

Posted Maio 3, 2008 by
Categories: Notícias

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Rupert Murdoch é dono da News Corporation, empresa que tem o MySpace.

Objetivo seria criar um consórcio de gigantes, aumentando pressão sobre o Yahoo.

A News Corporation, empresa do magnata Rupert Murdoch, iniciou negociações com a Microsoft para a compra do Yahoo!, afirmou nesta quarta-feira (9) a versão on-line do jornal ” New York Times”.

A operação combinaria um consórcio envolvendo Yahoo!, Microsoft, News Corporation e MySpace. A publicação acrescentou que as conversas abrem um novo capítulo na tentativa de aquisição que começou há algumas semanas, quando a Microsoft ofereceu US$ 44,6 bilhões pelo portal.

O “New York Times” indicou que se a News Corporation der suporte à oferta da Microsoft, o gigante da informática teria capacidade de aumentá-la, o que tornaria ainda maior a pressão sobre o Yahoo! e seus acionistas. Ao mesmo tempo, a aliança entre Microsoft e News Corporation deixaria o Yahoo! com menos oportunidades de escapar do assédio do gigante de software, disse o “New York Times”.

As conversas entre Microsoft e News Corporation estão em um momento delicado, segundo as pessoas ligadas ao caso, afirmou o jornal. “É preciso percorrer um longo caminho antes que haja algo definitivo”, disse uma das fontes.

Microsoft e Yahoo! não comentaram a versão do jornal nova-iorquino, e um porta-voz da News Corporation disse que não falaria sobre “especulações”. As imagens do “New York Times” indicaram que as condições da aliança ainda estão sendo formuladas.

Fonte: G1

Ubuntu e Dell: Um ano depois, as vendas continuam crescendo

Posted Abril 16, 2008 by
Categories: Notícias

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Como a Dell Inc. se aproxima do primeiro aniversário das vendas de laptops e desktops com Ubuntu Linux pré-instalados, a empresa continua a expandir seu programa para novos modelos de computadores e mercados.

Em entrevistas no campus da Dell Parmer, no norte de Austin, na semana passada, quatro representantes da Dell disseram que as vendas com Linux pré-instalado são animadoras.

Embora, eles recusaram a dar os números de vendas das máquinas equipadas com Linux, os funcionários da Dell insistiram em dizer que o programa não seria continuado ou adicionado em novos modelos se os números de vendas não fossem suficientes.

“O número [de vendas] não irá confirmar isso tanto quanto nossas ações para a data”, que icluem adicionar novos modelos e configurações, disse a porta-voz da empresa Anne Camden.

A primeira vez que a Dell ofereceu Linux em suas máquinas em 1999, quando se instalou Red Hat em uma seleção de servidores Dell, disse Matt Domsch, estrategista em tecnologia Linux no escritório do CTO. Pouco tempo depois, a Dell tentou vender laptops focados para consumidores com Red Hat, mas o esforço não foi sustentado devido a demanda inadequada.

A Dell continuou a vender servidores para empresas com LInux desde essa estréia em 1999, disse Domsch. O recente programa Linux-on-Dell para laptops e desktop, entretanto, foi ganhando impulso, disse ele. “Se o programa não fosse bem sucedido, nós não estariamos caparez de continua-lo.”, disse Domsch.

As máquinas podem ser configuradas e compradas no site da Dell. Em janeiro, a Dell anunciou outro laptop com Linux, com uma série de caracteristicas de alta performance.

A idéia do Linux-on-Dell nasceu em fevereiro de 2007, depois que o CEO Michel Dell estreou um novo blog hospedado pela empresa chamado IdeaStorm, onde usuários poderão oferecer idéias e sugestões sobre potenciais novos produtos e serviços. Mais de 100.000 pessoas postaram comentários sobre o desejo de ver a empresa vender computadores diretos da fábrica com Linux pré-instalados.

Dez semana depois, em maio do ano passado, a Dell anunciou que ela iria começar a vender máquinas com Linux pré-instalados para consumidores e empresas.

Até o momento, a Dell não anunciou o Linux em suas máquinas em campanhas publicitárias; pior, ela está dependendo de entusiastas open-source que procuram as máquinas no site da Dell. Essas pessoas são, frequentemente, as mesmas que sugeriram a combinação no primeiro momento.

“Aqueles que se importam, sabe” que a Dell está vendendo as máquinas, disse Russ Ray, um representante de marketing de produtos. “Se você conhece Linux, você vai saber que nós vendemos produtos Dell com Linux neles.”

Propagandas focadas para consumidores apresentando Linux na Dell poderiam aparecer em alguns lugares, disse Ray, mas isso não é prioridade para a empresa. “Acho que acontecerá quando houver razão para acontecer.”, disse ele. “Gostariamos de chegar a um momento onde, até certo ponto, realmente não importe” para os consumidores qual sistema operacional está nas máquinas.

Para usuários empresariais, tem havido um interesse crescente no programa Linux-on-Dell, disse Ray. “Tivemos muitas dúvidas” quanto a economias de custo, infra-instrutura necessária, aplicações desejadas e compatibilidade com sistema Unix presentes, disse ele. “Essa são as coisas que você deve presumir.”

John Hull, gerente do departamento de engenharia Linux da Dell na divisão de Engenharia de Soluções Globais, disse que dois anos atrás, ele jamais esperaria tal programa para começar.

O programa Linux-on-Dell fez as máquinas Dell mais atraentes para usuários que estão buscando sistemas operacionais alternativos para o Microsoft Corp. Windows, disse Hull. “As pessoas podem ter visto outras marcas anteriormente mas estão agora olhando para a Dell por causa do Linux.”, adicionou. “Começamos com grandes mercados, onde estavam pedindo avidamente, e começamos dali.”.

A empresa tem funcionários que monitoram uma grande gama de blogs, procurando por discuções envolvendo consumidores que estão procurando informações sobre Linux, laptops e desktops, disse Camden. Os funcionários identificam eles mesmos e postam respostas direcionando as pessoas para a Dell e suas ofertas Linux. “Eles evangelizam nesse nível.”, disse ela.

Fonte: ComputerWorld

PC Linux customizado para usuários do MySpace

Posted Abril 9, 2008 by
Categories: Notícias

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A Everex, fabricante de PCs e do gOS (Good OS), a distribuição Linux baseada em torno de aplicações do Google, está dando o próximo passo na informática baseada em serviços online introduzindo uma edição limitada, MySpace PC.

As empresas esperam que o branco e leve MyMiniPC atrairá o que funcionários da Everex alegam ser alguns dos mais de 100 milhões de usuários do MySpace. Como tal, ele é o primeiro PC, usando qualquer sistema operacional, projetado expressamente para o uso com uma rede social.

“Para mim, o gOS Space pode ser a face do Linux para a geração MySpace”, disse Jim Zemlin, presidente da Linux Foundation, em uma declaração.

Diferetemente do Google Apps, onde nem o gOS nem a Everex têm uma relação formal com o Google, agora as companias têm uma parceiria com o MySpace. “A Plataforma de Desenvolvimento do MySpace é, essencialmente, acolher desenvolvedores e habilita-los para criar novas e excitantes maneiras para amigos se conectarem ao MySpace e compartilhar suas experiências um com o outro”, disse Chuck Rosendahl, diretor de gerência do MySpace, em uma declaração. “O MyMiniPC é o aparelho perfeito para os usuários do MySpace e aquelas pessoas cujas ativitades estão constantemente ligadas à Web e menos ao desktop. Essa é uma solução ideal para obter acesso rapidamente a aplicativos do MySpace que mais importam a nossos usuários.”

Esse PC do tamanho de um livro roda o gOS Space 2.9. Essa é uma versão customizada do gOS Linux que traz um conjunto de novas aplicações do MySpace e um dock media center com pastas do MySpace e Web 2.0 para notícias, fotos, vídeos, música e filmes.

A aplicações MySpace disponíveis no dock do gOS Space incluem Super Mood, Super Graffiti, Super Quotes e Current Time. O comunicado de imprensa da empresa descreve o Super Mood como uma aplicação que permite aos usuários adicionar emoticons grandes e atualizações pessoais ao seus perfis do MySpace. Com o Super Graffiti, os usuários podem desenhar nos perfis do MySpace de seus amigos, e o Super Quotes permite aos usuários selecionar citações para exibir em seus perfis.

O dock do gOS Space também inclui icones expansíveis, assim como este gOS usa com programas do Google, MySpace News, Photos, Videos, Music, TV and Movies, Work, e Fun. O ícone MySpace leva os usuários diretamente à barra de navegação MySpace. Além das aplicações MySpace, o PC também inclui as aplicações Linux favoritas, incluindo Firefox, GIMP e OpenOffice. O sistema também inclui a característica do gOS de fácil acesso a aplicações Google.

O MyMiniPC é movido por um processador Intel Pentium Dual-Core Mobile 1,86GHz T2130. Ele vem com 512MB de RAM e para armazanamento ele usa um disco rígido de 120GB e um drive óptico de DVD+/-RW.

Para os gráficos o sistema usa o chipset Intel GMA (Grafics Media Accelerator) 950. O PC pode transmitir video via ambas portas DVI-I e S-Video. O audio é suportado por uma Realtek ALC268 high-definition audio.

O pequeno sistema também vem com um bom número de portas. Nestas incluem uma IEEE 1394 e quatro portas USB 2.0, um leitor de cartão 4-em-1 para dados e uma porta Ethernet Gigabit para rede.

O sistema, cujo condições do site da Everex está disponível apenas em quantidades limitadas, será vendido por US$499 com um ano de garantia limitada e grátis e suporte técnico 24/7.

Fonte: Steven J. Vaughan-Nichols@desktoplinux.com

Usando o GnomeVFS para manipular arquivos

Posted Abril 9, 2008 by
Categories: Linux

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Enquanto os usuários KDE têm o KIO slaves para fácil acesso ao sistema e recurso de rede, os humildes usuários GNOME  podem realizar feitos similares com o seu sistema virtual de arquivos, denominado GnomeVFS, que é uma extenção do sistema de arquivos físico de um disco. Usando o GnomeVFS, os usuários podem trabalhar com dados remotamente que podem vir de diferentes lugares, como de dentro de arquivos comprimidos em gzip.

O GnomeVFS é parte integrante do GNOME. Ele é composto de vários módulos que trabalham em segundo-plano e dão ao GnomeVFS sua funcionabilidade. Em distribuições Fedora e Ubuntu esses módulos estão listados sob o diretório /usr/lib/gnome-vfs-2.0/modules/. Alguns dos módulos comumente incluídos estão http:, ftp:, tar:, ssh:, fonts: e burn:. Você pode adicionar mais módulos via gerenciador de pacotes das distros. Por enquanto, no Ubuntu, o pacote libgnomevfs2-extra adiciona os módulos bzip2: e smb:.

Você pode usar o GnomeVFS dentro do gerenciados de arquivo Nautilus ou via linha de comando. Os módulos GnomeVFS usados mais comumente são http: e https:, que acessam dados armazenados em um servidor Web. Você também pode usar o ftp:// para acessar dados de um servidor FTP e o smb:// para acessar dados de um compartilhamento Samba.

Um módulo interessante do GnomeVFS é o burn://. Você pode usa-lo dentro de uma janela do Nautilus e arrastar e soltar arquivos para a janela para grava-los em um CD ou DVD, dependendo da mídia na sua máquina.

Mas a verdadeira graça do GnomeVFS vem do seu uso via linha de comando. O comando eog file:///tmp/stuff.tar#tar:bookmarks.png abrirá o arquivo bookmarks.png no visualizador de imagens do GNOME. O comando usa dois módulos do GnomeVFS. O módulos file:// especifica o local do arquivo (/tmp/stuff.tar). A parte do comando “#tar:bookmarks.png” diz ao GNOME que qualquer coisa antes disso é um arquivo tar, e ele deve fazer o que for preciso para mostrar o arquivo bookmarks.png sob ele. Você não tem que se preocupar em desempacotar o arquivo e limpar depois.

Da mesma forma que você pode ler arquivos de um arquivo comprimido sem descomprimi-lo antes. Se você tem um arquivo .tar.gz, você terá que combinar dois módulos do GnomeVFS para extrai-lo. Por exemplo, eog file:///tmp/stuff.tar.gz#gzip:#tar:forum.png irá tratar primeiramente do arquivo (/tmp/stuff.tar.gz) como um arquivo comprimido e descomprimi-lo, e então tratará do arquivo resultante (stuff.tar) como um arquivo tar e descomprimi-lo para exibir a imagem (forum.png).

O GnomeVFS também pode manipular arquivos bzip2 e também ler os arquivos sob diretórios. Em gedit file:///tmp/old-docs.tar.bz2#bzip2:#tar:020207/writeup.txt nós pedimos ao GNOME para exibir um arquivos de texto de um sub-diretório depois de extrai-lo de um arquivo bzip2.

Também existem algumas ferramentas do GnomeVFS projetadas especificamente para o uso em linha de comando, como gnomevfs-cat, gnomevfs-copy, gnomevfs-ls, gnomevfs-mkdir e gnomevfs-info. Essas ferramentas são versões “GnomeVFSadas” de ferramentas em linha de comando comuns e são semelhantes em funções, com uma vantagem: a habilidades de trabalhar em arquivos remotos.

Por exemplo, gnomevfs-cat http://www.example.net.net > /tmp/index.html realiza a mesma função de cópia que o comando cat faria, mas em uma arquivo localizado remotamente. Do mesmo modo, gnomevfs-ls smb://192.168.2.2/D/ exibe o conteúdo de um diretório Windows remoto na sua rede.

Usando o GnomeVFS, você também pode ver arquivos em Websites via FTP. O comando gnomevfs-ls ftp://username:password@ftp.example.net/public_html lista o conteúdo de um diretório remoto juntamente com o tipo, tamanho, e permissão dos arquivos, neste formato:

.               (Directory, x-directory/normal)        size 4096
..              (Directory, x-directory/normal)        size 4096
.htaccess       (Regular, application/octet-stream)    size 413
.smileys        (Directory, x-directory/normal)        size 4096
WysiwygPro      (Directory, x-directory/normal)        size 4096
_private        (Directory, x-directory/normal)        size 4096
_vti_bin        (Directory, x-directory/normal)        size 4096
_vti_cnf        (Directory, x-directory/normal)        size 4096
_vti_inf.html   (Regular, text/html)                   size 1754
_vti_log        (Directory, x-directory/normal)        size 4096
_vti_pvt        (Directory, x-directory/normal)        size 4096
_vti_txt        (Directory, x-directory/normal)        size 4096
contact.htm     (Regular, text/html)                   size 2390
favicon.ico     (Regular, image/x-ico)                 size 1406
images          (Directory, x-directory/normal)        size 4096
index.htm       (Regular, text/html)                   size 2977

Você também pode enviar um arquivo para um site remoto via FTP usando o GnomeVFS. O comando gnomevfs-copy /tmp/moi.jpg ftp://username:password@ftp.example.net/public_html/images/ usa o gnmevfs-copy para enviar um arquivo local (/tmp/moi.jpg) para o local especificado (/public_html/images) no site. Você também pode usar ftp://username:password@ftp.example.net dentro do Nautilus e copiar e colar arquivo para o site.

Uma vez que ele foi enviado, você pode checar o aquivo usando o gnomevfs-info. O comando gnomevfs-info ftp://username:password@ftp.example.net/public_html/images/moi.jpg resulta na seguinte saída:

Name              : moi.jpg
Default app       : eog.desktop
Size              : 4321
Blocks            : 9
I/O block size    : 32768
Local             : NO
SUID              : NO
SGID              : NO
Sticky            : NO
Link count        : 1
UID               : 1000
GID               : 1000
Access time       : Tue Mar  8 00:00:00 2008
Modification time : Tue Mar  8 00:00:00 2008
Change time       : Tue Mar  8 00:00:00 2008

Usar o GnomeVFS para ver arquivos remotos e arquivos em subpastas compactadas pode ser uma verdadeira economia de tempo.

Fonte: Mayank Sharma@Linux.com

9000 PC’s em escolas suíças migrarão para Ubuntu

Posted Abril 8, 2008 by
Categories: Notícias

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Iniciando na próxima legislatura, todos os computadores na cidade suíça de Genebra serão migrados para Ubuntu.

O jornal de Genebra Tribune de Geneve noticiou hoje que a partir de Setembro de 2008 todos computadores escolares que atualmente estão rodando Windows e Linux em Dual-boot terão o Windows removido, ficando somente FOSS (Free Open Source Software).

Além de diminuir os custos para a administração, os estudantes também irão lucrar com o uso do Ubuntu, uma vez que eles serão capazes de usar o mesmo aplicativo em casa sem custo adicional.

Manuel Grandjean, diretor de serviços de TI para escolas (Ecoles-Médias), observou que o uso do FOSS “…incentiva a participação e a democratização de conhecimento e fornece produtos independentes e competentes…”. Ele também vê o uso do FOSS como um “reforço da igualdade de oportunidades” para os estudantes.

Fonte: duvet-dayz

Bem…

Posted Abril 1, 2008 by
Categories: Palpites e Opinião

Hoje não é um bom dia para publicar notícias não é? Alguém muito desocupado decidiu que hoje é o dia da mentira, por isso não é prudente dizer nada de forma séria. Arch migrando para Ubuntu?? Alemão é a lingua principal do Arch?? Virei comunista?? Obama é o meu candidato favorito?? O aquecimento global vai te pegar?? Entrei para a WWF, Green Peace e coisa que o valha??

Pode ser. Hoje é tudo verdade.

[Open]BrOffice Abrindo PPS em Modo Slide

Posted Março 29, 2008 by
Categories: Linux

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Esse é um tutorial que postei no fórum Ubuntu-BR a muito tempo atrás, mas ainda é útil e um tanto prático. Como faz um tempo que foi feito, a versão do OpenOffice já mudou e junto com ele a sua linha de comando. Para saber o comando correto do [Open]BrOffice instalado no seu PC basta ver as propriedades do atalho no Editor de Menus (no caso do GNOME). Vamos a ele.

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Muita gente reclama “por que o [Open]BrOffice não abre os arquivos *.pps automaticamente no modo slideshow como o PowerPoint??” (não exatamente nessa palavras hehehe) e por isso saí à procura de uma solução para o problema. O Impress não faz esse serviço porque trata ppt e pps da mesma maneira, afinal linux não depende de extenção de arquivo como o Windows, dependendo do MIME Type do arquivo para saber como o tratar devidamente.
Só deixo claro que desse maneira o Impress é aberto, entra no modo Slide mas quando acabar ele não fecha simplesmente dando um ESC como no PowerPoint, você presisará fechar a janela. Vamos ao trabalho então:

1. Separando *.PPT de *.PPS

Se você não faz questão de separar o modo como o Impress trata o arquivo pule para a próxima etapa. Não fazendo esse passo arquivos *.PPT também abrirão em MODO SLIDE!!!

1.1 Crie o diretório e o sub-diretório necessário para o arquivo de configuração na sua pasta home em .local:

mkdir -p ~/.local/share/mime/packages

1.2 Entre no diretório criado e crie o arquivo para configuração

cd ~/.local/share/mime/packages

touch ms-slideshow.xml

1.3 Abra o arquivo com o editor de texto e cole o seguinte código:

gedit ms-slideshow.xml

Cole o código abaixo:

<?xml version=”1.0″ encoding=”UTF-8″?>
<mime-info xmlns=”http://www.freedesktop.org/standards/shared-mime-info”>
<mime-type type=”application/ms-slideshow”>
<comment>Apresentação MS Power Point</comment>
<glob pattern=”*.pps”/>
</mime-type>
</mime-info>

1.4 Faça o seguinte comando para atualizar a base de dados do MIME:

sudo update-mime-database ~/.local/share/mime/

Creio eu que vai aparecer uma mensagem mas não tem problema. Vamos prosseguir.

Nesse ponto os arquivos *.PPS e *.PPT são coisas diferentes.

2. Impress abrindo arquivos *.PPS automaticamente em modo Slide.
2.1 Vá até algum arquivo *.PPS no disco, clique com o botão direito em cima, vá em Propriedades, na aba Abrir Com… clique em + Adicionar e na parte onde tem a opção Utilizar um comando personalizado coloque o seguinte:

broffice.org2.2 -show

ATENÇÃO: muito provavelmente a sua versão do [Open]BrOffice não é a 2.2. Para saber o comando exato abra o Editor de Menus, vá até o link de qualquer dos programas do [Open]BrOffice e copie somente o caminho até o arquivo binário, sem qualquer argumento (-writer, -math, -impress, etc). Achado o caminho correto substitua pelo broffice.org2.2. O argumento para abrir em slide é o -show, não o altere.

Aqui eu uso o BrOffice 2.2, quem usa o OpenOffice basta trocar o broffice.org2.2 pelo comando do OpenOffice.

3. Mudando o Icone

3.1 Dentro da pasta 48×48/mimetypes do tema de icones coloque a imagem png com o seguinte nome:

gnome-mime-application-ms-slideshow.png

3.2 Faça logout e entre de novo e o icone estará trocado.

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Qualquer dúvida poste aí nos comentários.

[Open Music!] Kiff’On - Né Funky

Posted Março 29, 2008 by
Categories: Open Music!

Artista: Kiff’On
Música: Né Funky
Album: Nés Funky
Página no Jamendo: AQUI

88x31.png

Lançado Kernel 2.6.25-rc7

Posted Março 28, 2008 by
Categories: Notícias

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Arquivos adicionados: 1389
Arquivos modificados: 9514
Aquivos removidos: 664

Linhas adicionadas: 764441
Linhas modificadas: 832856
Linhas removidas: 395349

Fonte: LinuxHQ

A melhor dica de marketing para Linux: Não mencione Linux

Posted Março 28, 2008 by
Categories: Linux

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nolinux.jpg

O VAR Guy [autor original] não estava procurando por amor, mas ele achou isso durante uma visita a CostCo local na noite passada. Lá, ele viu um EeePC da Asus por US$299. Ele vem com Linux - mas nos materiais promocionais dentro da loja da CostCo para o dispositivo mal mencionava o Linux. Isso pode ser uma jogada esperta. Veja porquê.

Durante a visita a CostCo, o VAR Guy notou vários compradores observando o Eee PC (Os três E’s significam Easy to work, Easy to Learn, Easy to play). Nenhum dos compradores - nenhum - que osbservava o Eee PC na noite passada perguntou se ele rodava Windows, Linux ou outra coisa. O fato é: a maioria dos consumidores não sabem sobre Linux ainda.

Os clientes do CostCo têm perguntas mais práticas em suas mentes:

• O pequeno sub-notebook de US$299 tem acesso a internet? (sim)
• Suporte Wireless? (sim)
• Funções de email? (absolutamente)
• Habilidade de compartilhar documentos, planilhas, apresentações? (claro)

Note que a lista acima não menciona “Windows” ou “Microsoft Office”. Mais e mais, os consumidores de hoje estão pensando menos em produtos de software pelo nome. A Internet e os padrões suportados amplamente (TCP/IP, HTML, Ethernet, etc.) começaram a nos livrar de pacotes de sotware monolítico.

Hey, o VAR Guy ainda é um usuário do Microsoft Office. De fato, ele acha muito bom. Mas se você está no mercado para um sub-notebook barato que é fácil de usar enquanto está na estrada, o Eee PC está se conectando com milhares de usuários.

Na verdade, o Eee PC com uma tela de 7 polegadas tem sido um sucesso de vendas. Mas o VAR Guy prefere esperar o de tela de 9 polegadas. Ele pode precisar pagar um pouco mais por esse extra. O fato dele rodar Linux é um bônus para o VAR Guy. Mas para a maioria dos consumidores, o Linux ainda nem está em seus radares.

Fonte: TheVARGuy

Guia de Instalação do Office 2007 no Linux com o Wine

Posted Março 28, 2008 by
Categories: Linux

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ms_office_logo.jpg

Sobre o Office 2007

O Microsoft Office 2007 (chamado oficialmente de 2007 Microsoft Office system) é a mais nova versão da suite de produtividade da Microsoft. Formalmente conhecido como Office “12″ no estágio inicial do seu ciclo beta, ele foi lançado para grandes clientes em 30 de novembro de 2006 e ficou disponível para pequenos clientes em 30 de janeiro de 2007. Essas são, respectivamente, as mesmas datas que o Windows Vista foi lançado para pequenos clientes. O Office 2007 contém vários novos recursos, o mais notável é a totalmente nova inferface de usuário chamada de Fluent User Interface (inicialmente referida como Ribbon UI), substituindo os menus e barra de tarefas que têm sido o entrave do Office desde a sua concepção. O Office 2007 requer o Windows XP com o Service Pack 2, Windows Server 2003 com o Service Pack 1 ou Windows Vista.

O Office 2007 também inclui novas aplicações e ferramentas server-side. A principal entre elas é o Groove, uma suite de colaboração e comunicação para pequenas empresas, cujo foi originalmente desenvolvido pela Groove Networks, antes de ser adquirida pela Microsoft em 2005. Também está incluído o Office SharePoint Server 2007, a principal revisão para a plataforma de servidor para as aplicações Office, que suporta o “Excel Services”, uma arquitetura de cliente de servidor para suportar trabalhos do Excel que são compartilhados em tempo real entre múltiplas máquinas, e também são visualizadas e editadas através de uma página web.

O Microsoft FrontPage foi removido inteiramente da suite Office. Ele foi substituido pelo Microsoft Office SharePoint Designer, que é destinado para o desenvolvimento de portais SharePoint. Seu design orientado equivalente ao Microsoft Expression Designer é direcionado para o uso geral em desenvolvimento web. Entretanto, nenhuma aplicação está inclusa em nenhuma das suites Office. Além disso, desde que o reconhecimento de voz e o reconhecimento de escrita são parte do Windows Vista, os componentes de voz e escrita foram removidos do Office 2007. Reconhecimento de voz e escrita funcionam com o Office 2007 somente no Windows Vista ou no Windows XP Tablet Edition.

Informações do Produto

O Microsoft Office 2007 é uma completa suite de software de produtividade e software de base de dados que inclue as versões 2007 do Publisher, Excel, Outlook, Outlook com o Gerenciador de Contatosde Negócios, PowerPoint , Access e Word. Os poderosos recursos de gerenciamento de contatos lhe ajuda a reunir todos os clientes e informações potenciais em um único lugar, enquanto menus aperfeiçoados apresentam a ferramenta certa exatamente quando você as necessita. O Office 2007 também permite que você desenvolva material de marketing profissional para impresão, email e web, e produz efetivas campanhas de marketing em casa. Além disso, você pode criar documentos de negócios dinâmicos, planilhas e apresentações, e contruir bases de dados sem qualquer experiência prévia ou equipe técnica.

Seja trabalhando numa planilha financeira, criando uma apresentação importante, seja construindo uma base de dados de um cliente, o Office 2007 o ajuda a achar e usar os recursos que necessita mais rapidamente e mais facilmente. A aparência intuitiva desse software, incluindo os menus e barras de tarefas que são mostradas automaticamente dependendo do resurso que está usando, melhora a sua produtividade. Com o Publisher 2007, você pode criar e publicar uma larga gama de materiais de marketing para impressão, email e internet com a sua própria marca, incluindo logo, cores, fontes e informações de negócios. Ou tire vantagem das centenas de templates profissionalmente desenhados e customizáveis, e mais de 100 tipo de publicações em branco. Este software também permite que você reutilize textos, gráficos e elementos de design e converta o conteúdo de um tipo de publicação para outra. Você também pode combinar e filtrar listas e datas de emails de múltiplas fontes, incluindo as versões 2007 do Excel, Outlook, Outlook com o Gerenciador de Contatos de Negócios e Access, para criar materiais de impressão e email personalizados, e contruir materiais customizados como catálogos e planilhas.

Configuração do Wine

Com um diretório de configuração limpo e rodando em um desktop virtual em 1024×768

Versão do Wine testada: 0.9.58
Versão do Windows emulada: XP
Versão do Office: Microsoft Office 2007

$ winecfg

Assim que o diretório .wine é contruído, a ferramenta de configuração iniciará evocê pode definir um desktop virtual na aba Grafics se deejar.

Instalando o Microsoft Office 2007

Para instalar o Microsoft Office 2007, a primeira coisa que precisará pegar é uma copia do CrossOver Games. CrossOver Games para instalar o Office 2007? Sim!

Depois de uma cópia do CrossOver Games em mãos, a instale, e então vá até ~/cxgames/lib/wine e copie o rpcrt4.dll.so para ~/.wine/drive_c/windows/system32, você precisará renomear o arquivo rpcrt4.dll que está atualmente em ~/.wine/drive_c/windows/system32 para *.bak e então renomeie o rpcrt4.dll.so para rpcrt4.dll.

Já que está em /system32, também renomeie o arquivo msxml3.dll para *.bak, o próximo passo a fazer é rodar o winecfg de novo e definir os arquivos msxml3.dll and rpcrt4.dll como “native windows” (na aba Libraries), selecione, salve e saia.

Agora você precisará instalar o Microsoft XML Parser (MSXML). Depois de baixar vá até a pasta que que salvou e rode:

$ msiexec /i msxml3.msi

Você pode precisar montar o seu CD do Office 2007 com a opção -o unhide. Isto irá evitar problemas com arquivos ocultos durante a instalação.

Monte o CD para o seu disco e inicie a instalação

mount -t iso9660 -o unhide /dev/cdrom /media/cdrom0

tom@tom:~$ cd /media/cdrom0
tom@tom:/media/cdrom0$ wine setup.exe

Microsoft Office 2007 Word

office-2007-word.jpg

office-2007-word-2.jpg

Microsoft Office 2007 Excel

office-2007-excel.jpg

office-2007-excel-2.jpg

Microsoft Office 2007 PowerPoint

office-2007-powerpoint.jpg

office-2007-powerpoint-2.jpg

Microsoft Office 2007 Publisher

office-2007-publisher.jpg

Microsoft Office 2007 OneNote

office-2007-onenote.jpg

Notas:

• Ainda há um número de bugs não resolvidos, tenha isso em mente.
• Se você já não possui o CrossOver Office ou o CrossOver Games agora é um bom momento para se tornar um cliente e ajudar o futuro desenvolvimento o Wine.

Fonte: Wine Review

[Open Music!] Brad Sucks - Bad Attraction

Posted Março 26, 2008 by
Categories: Open Music!

Artista: Brad Sucks
Música: Bad Attraction
Album: I Don’t Know What I’m Doing
Página no Jamendo: AQUI

88x31.png

Lançado Kernel 2.6.25-rc6

Posted Março 17, 2008 by
Categories: Notícias

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Arquivos adicionados: 1384
Arquivos modificados: 9423
Aquivos removidos: 660

Linhas adicionadas: 757341
Linhas modificadas: 827400
Linhas removidas: 390998

Fonte: LinuxHQ

Benchmark: Criptografia de Disco no Ubuntu Linux

Posted Março 17, 2008 by
Categories: Linux

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No Ubuntu 7.10 foi introduzido o suporte a instalação com criptografia usando a instalação Alternate, onde pode-se criptografar totalmente seu disco em um LVM (Logical Volume Manager) usando o dm-crypt. Infelizmente, no instalador Ubiquity do Ubuntu 8.04 continua a falta do suporte LVM e de criptografia, mas usando o Ubuntu 8.04 Alpha 6 nós observamos o desempenho dessa configuração criptografada no Ubuntu Linux. Em vez de olhar diretamente a sobrecarga de leitura/escrita causado pelo processo da criptografia, nós fornecemos alguns benchmarks para ver como a performance no mundo real é impactada nos jogos e em outras tarefas de desktop.

ubuntu_encrypt_1.jpg

Para avaliar a performance da criptografia de disco no Ubuntu Linux, realizamos duas instalações limpas do Ubuntu 8.04 Alpha 6 com kernel Linux 2.6.24 usando o instalador Alternate. Numa instalação, usamos o método “Guided - use entire disk and set up LVM”, e na outra usamos o método “Guided - use entire disk and set up encrypted LVM”. Todas opções em ambas instalações foram igualmente mantidas e deixadas em seus respectivos valores padrões.

ubuntu_encrypt_2.jpg

Em vez de apenas rodar testes de discos do Linux, nós rodamos vários testes do nosso dia-a-dia. Estes testes incluem: Enemy Territory, Doom 3, Enemy Territory: Quake Wars, encode com o LAME, compressão Gzip e a medição do tempo de cópia de 364 imagens (no total de 1.3GB) de um driver flash USB para o disco rígido. Os testes que fizemos para esse artigo são simples como esses, nós rodamos os testes em LVM padrão e LVM criptografado. O hardware dos testes consiste em um processador AMD Athlon 64 X2 4200+ AM2, memória RAM de 2GB A-DATA DDR2-800, disco rígido Western Digital 160GB SATA, placa-mãe Abit NF-M2 nView e placa de vídeo NVIDIA GeForce 6600GT 128MB usando o driver 169.12.

Enemy Territory v2.60 800×600

01.png

Doom 3 v1.3.1 1280×1204 - High Quality

02.png

ET: Quake Wars v1.4 1280×1204 - High Quality

03.png

Lame Encoding v3.97 (time lame -h song.wav song.mp3 [83MB])

04.png

Gzip Compression (time gzip -c armyops.tar > armops.tar.gz [745MB])

05.png

Flash Drive to HDD (time cp -va images ~ [364 images/1.3GB])

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Nos três testes dos jogos - Enemy Territory, Doom 3, and Enemy Territory: Quake Wars - o LVM criptografado teve um impacto pequeno na performance da taxa de frame. No Doom 3 e ET: Quake Wars a taxa de frame caiu alguns frames quando o dm-crypt estava em uso. A maior queda foi com o ET: Quake Wars, que equacionou 2.9 frames ou uma queda de 10% na performance. No encode de um arquivo WAV para o formato MP3 com o LAME e na compressão usando Gzip em um arquivo de 745MB a queda de performace foi pequena mas perceptível. Em nosso último benchmark, que é o mais intenso para o disco, cujo era copiar 364 imagens JPEG, no total de 1.3GB em espaço de disco, de um drive Corsair Flash Voyager GT para o disco rígido, o custo de performance usando o LVM criptografado foi cerca de 7%.

Dependendo da cituação, o impacto da performance usando o dm-crypt irá variar, mas para usuários móveis com informações delicadas ou apenas pessoais, a criptografia do disco rígido torna-se necessária e seus benefícios se sobrepoem ao pequeno impacto de performance. É uma pena que o suporte a criptografia não tenha chegado a tempo no instalador do LiveCD para o Ubuntu 8.04 LTS, mas esperamos que ele seja adicionado no Ubuntu 8.10. Idealmente para essa criptografia em desktop eles usarão o Cryptsetup com suporte LUKS.

Fonte: Phoronix

No Brasil, uma alternativa local ao OLPC

Posted Março 15, 2008 by
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Os cidadãos de Serrana, Brasil, não estão esperando pela Intel ou Nicholas Negroponte para entregar o PC de baixo custo para seus estudantes. Ao invés disso, estão conduzindo o assunto com suas prórias mãos.

Iniciando no fim desse mês, o projeto Serrana Digital Desk receberá 200 PCs surface que transforma em desktop PCs que serão colocados em salas de aula na cidade de 45.000 habitantes. É uma entativa de um novo programa local que se destina a dar para crianças computadores em salas de aula enquanto envolve o maior número possível de membros da comunidade na implementação do projeto. Veja no vídeo abaixo uma dessas mesas.

O CNET News.com conversou com Victor Mammana, que lidera a amostra do Ministério da Ciência e Tecnologia Brasileiro, aqui na conferência U.S. Flat Panel Display.

O interesse de Mammana no projeto está em duas áreas: ele é físico por formação e co-inventou o display da mesa de baixo custo que será usado nas mesas digitais de Serrana, mas ele também está envolvido avaliando o impacto e uso do programa do PC de baixo custo para educação no Brasil.

Ele tem colaborado juntamente com Nicholas Negroponte, que lidera a inciativa One Laptop Per Child, assim como a Intel, que tem a sua própria versão, o Classmate PC. Ambos, Intel e OLPC, atualmente estão concorrendo por um contrato para fornecer seus laptops de baixo custo para o governo federal Brasileiro.

O projeto de Serrana é intencionalmente expansivo. Não foi uma idéia de Mammana; uma vez ele conheceu o prefeito de Serrana, Valerio Galante, um homem cujo Mammana descreve como um “apaixonado” pela educação. A média cidade urbana que fica à 3 horas de São Paulo quer do instituto uma solução local para trazer tecnologia a seus estudantes, pegando as mesas escolares nas salas de aula e remodela-las com o PC dentro delas. O fundamental é que as mesas serão remodeladas em Serrana e a tecnologia é brasileira.

“A idéia não é fazer um negócio com isso, mas uma franquia social”, disse Mammana. “É interessante essa idéia de fornecer uma solução local para um problema local.”.

Quando Galante se aproximou de Mammana, o prefeito já tinha um lugar escolhido para remodelar as mesas. Empregando trabalhadores locais para faze-lo, assim como manter os novos computadores, a cidade de Serrana quer demonstrar que educação não tem lugar somente na sala de aula, mas também quando os estutantes verem suas familiares mais velhos e comunidade se proponda a achar uma solução local, disse Mammana.

Os tablet PCs, que terão tela LCD de 15 polegadas com tecnologia multi-point (não é touch screen, mas o surface pode escolher mais de um lugar por vez), custará menos de US$30, e incorpora-los dentro das mesas custará cerca de US$550. Apesar que isso seja significantemente maior que a ideia do laptop de US$100 a US$200, está bom para eles.

“O “tabletop” parece mais caro que um simples dispositivo (laptop), mas com investimento em toda a economia, está OK se é ligeiramente mais caro.”, disse Mammana.

Os PCs tabletop terão conexão Wi-Fi, processadores Intel Celeron, pequenos drives de memória (sem HD local) e irão rodar uma versão Linux. Cada sala de aula terá servidores próprios onde toda informação será mantida, e cada professor terá acesso ao sistema de gerenciamento de conteúdo onde podem inserir seus planos de aula. Quadros digitais na frente da sala de aula que se conectarão com as mesas.

O projeto de Serrana também é bem diferente dos pequenos laptops que estão sendo oferecidos ao governo federal em outros pontos. A maior diferença é que a mesa digital não é um produto móvel, mas Mammana, que gastou dois anos e meio explorando esse segmento de informática, disse que não está convencido que a portabilidade seja necesária nesse caso.

“Não sei quanto a portabilidade é importante para crianças de 8 a 12 anos”, disse ele. Não é como se eles estivem checando seus email a caminho do aeroporto, observou. Mais, mantendo os PCs nas salas de aula permite saber como estão usando e diminuir desvios dos dispositivos financiados pelo governo, como atividade ilegal, pornografia ou dispositivos sendo vendidos em pedaços, ou inteiros, no mercado negro ou no mercado cinza.

Eles também gostaram da idéia do surface porque o display maior incentiva uma postura mais confortável, e mais legibilidade das telas. Mas a mesa digital não deve ser considerada um competidor do OLPC. Mammana não se ilude que esse cenário poderá funcionar em qualquer cidade.

“Lá tem as condições ideais”, disse Mammana. “Isso não funcionaria em São Paulo.” Em outras palavras, é uma questão gerencial pegar uma cidade de 45,000 habitantes contra uma metrópole de 17 milhões de habitantes.

“Não creio que isso será viável em todas cidades. O Brasil tem 10.000 cidades”, adicionou. “Se 50 conseguir reproduzir essa franquia social, já será uma grande conquista.”

Fonte: CNET News

Lançado Banshee 1.0 Alpha 1

Posted Março 15, 2008 by
Categories: Notícias

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A comunidade de desenvolvimento do Banshee trabalhou por meses numa grande atualização para o popular tocador de música. O primeiro Alpha do Banshee 1.0 foi lançado hoje, fornecendo aos usuários uma rápida olhada nos novos recursos da interface do Banshee e muito mais.

Os desenvolvedores decidiram abandonar visualização GTK em árvore dos widgets e implementar novas, que usam desenhos personalizados para fornecer uma variedade de acessórios únicos e aperfeiçoamentos estéticos. Os widgets personalizados são usados para fornecer controles de navegação completamente novos que podem mostrar a capa do album e aceitar facilmente seleções em grupo.

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Outra vantagem significante do Banshee é que o tempo de inicialização foi significantemente reduzido. Diferentemente das versões anteriores, que frustraram os usuários com esperas tediosas e telas de carregamento, a nova versão inicia quase imediamente. A nova versão também é mais eficiente com a memória e usa menos recursos do sistema. Outras melhorias incluem a extensa integração do Last.fm, melhor funcionamento da busca, um equalizador embutido e recurso para adicionar música em espera.

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Testei o alpha no Ubuntu 7.10 instalando as dependências requeridas do PPA e compilando da fonte. Embora o alpha